Lançando o disco pelo próprio selo, Eyerer toca com beats brasileiros e até algumas influências asiáticas, mas nunca se distancia muito de suas raízes modernas e minimalistas. Cada uma das faixas traz linhas de baixo brandas e instrumentação trivial sob o selo de garantia de um DJ e produtor mais aventureiro, e que parece estar guardando alguma coisa na manga. Seu momento mais ambicioso surge nas duas últimas faixas, com batidas seriamente inovadoras e uma imensa gama de tons, mas seu lado mais inovador está deixando um pouco a desejar. É notório que ele tem a técnica e a habilidade, só que não ralou o suficiente nesta estréia, que ainda assim é bastante aproveitável. BRADEN KING ****